O Campus ARACÊ oferece espaço para o voluntariado itinerante, com a possibilidade de ter uma base física residencial em área institucional. É possível ficar em chalé ou em flat – também chamado de Base Física Conscienciológica, Basecon – ambientes otimizados para a autopesquisa e para o voluntariado conscienciológico. Com esta infraestrutura disponível, o voluntário da Conscienciologia, de toda a CCCI, pode passar pela rica experiência do voluntariado itinerante, quer seja por uma semana ou até mesmo um ano ou mais.
Há os que preferem fixar residência vitalícia, ou por tempo indeterminado, adquirindo lote e construindo ou alugando um ambiente, a exemplo de Terezinha Zuboski, que relata a seguir sua experiência. Ela reside no Rio de Janeiro e passa temporadas no Campus ARACÊ, onde esteve voluntariando no setor ambiental, de 8 de fevereiro à 17 de março. Confira!
“Programei para vir ao Campus ARACÊ em fevereiro e março e passar mais tempo desta vez. Facilitou muito minha vinda eu ter alugado um flat de hospedagem contínua, uma Basecon. Idealizava que, ficando mais tempo, conseguiria fazer muita coisa. No entanto, como o campus é muito extenso, acabei me sentindo um pouco cansada, querendo fazer tudo ao mesmo tempo. Percebi que, dessa forma, não conseguiria realizar nada, pois ficava presa à ideia de que precisava dar conta de tudo. Com o tempo, fui raciocinando melhor, me acalmando e, no fim, tive um aproveitamento muito importante. Além de participar do 2° Módulo do Curso AMD, que estou reciclando, também participei do Evolua, Encontro de Voluntariado, e gostei muito de estar com o grupo. Assim, fui conhecendo melhor o campus e me conectando com pessoas cujo trabalho admiro muito. Percebi que é essencial concluir o que planejamos, mas que nem sempre conseguimos fazer tudo de uma vez. Para realizar um projeto, é preciso ir aos poucos, fazendo o que está ao nosso alcance. Mesmo sem ter feito tudo o que gostaria, saio daqui satisfeita, porque consegui realizar o essencial. Organizei o viveiro de mudas, que precisava de ajustes, e deixei encaminhado um projeto para melhorá-lo. Também contribuí com o projeto da horta orgânica, para que ela fique bonita e produza bastante verdura para todos. Isso me deixa muito feliz, pois pude contribuir para tornar o campus um ambiente mais bonito e agradável. Assim fui organizando o paisagismo de outros ambientes. Essa experiência me trouxe um sentimento de dever cumprido. A energia do campus nos impulsiona para frente. Às vezes, sentimos que não estamos conseguindo fazer tudo, mas, na verdade, conseguimos sim concluir muitos dos objetivos. Saio daqui muito bem, pois foi uma experiência proveitosa. Quero continuar esse trabalho no voluntariado, pois sinto que é o que devo fazer. E sei que, com as condições certas, poderei dar continuidade ao que está ao meu alcance. Só tenho a agradecer. Interrompi meu voluntariado por muito tempo e, no meu entendimento, cheguei a pensar que estivesse desligada do campus, que não havia mais nada para eu fazer aqui. Mas, no fundo, esse sentimento de desligamento nunca existiu de verdade. O campus continuou vivo dentro de mim. Eu tinha projeções com o campus, nunca esqueci dos amigos da Conscienciologia, e, de certa forma, sempre estive presente em pensamento. Hoje, percebo que tomei a decisão certa ao retornar, no momento certo. Acredito que, quando deixamos algo inacabado, fica um vazio, uma lacuna. É preciso concluir o que temos que fazer. Esse é o sentimento que me acompanha no meu retorno: além de sentir que minha presença física faz falta ao campus, percebo que ainda tenho muito a contribuir” (Terezinha Zuboski, paisagista autodidata, voluntária da 


ARACÊ).
Interessados em participar do voluntariado itinerante podem entrar em contato pelo WhatsApp institucional 27 9.9997-3120.







